No inicio de Julho aproveitei algumas promoções do Prime Day da Amazon para comprar uns livrinhos, e entre eles estava A assombração da casa da colina.
Essa compra acabou sendo acidentalmente temática talvez por estar focada em histórias que envolvam mansões e uma atmosfera misteriosa/melancólica esse foi o tema ou a vibe dos livros que chegaram por aqui.

Até pouco tempo eu não sabia que essa obra da Shirley Jackson era considerada um clássico do terror psicológico, que influenciou a partir de então, muitas histórias com o tema de casa mal assombrada.
O livro é bem curtinho e acho que isso me deu aquele incentivo de começar a leitura assim que ele chegou.
Na história acompanhamos um grupo de pessoas que se reúnem na misteriosa mansão para investigar/compartilhar possíveis experiencias sobrenaturais vivenciadas na casa.

Cada personagem tem uma sensibilidade diferente indo do mais racional aos mais sensitivos ou mediúnicos. O interessante é ir acompanhando como a casa da colina vai afetar cada um deles.
É um tipo de suspense bem mais psicológico, do que as tradicionais historias de fantasma. Apesar de reconhecer todo o seu valor para o gênero, acabei não amando a leitura, e como dizem frequentemente os jurados do MasterChef pra mim acabou faltando aquele “tchan”, não sei haha.
No fim de julho também aproveitei para rever na Netflix O homem das castanhas (Kastanjemanden, 2021), com a segunda temporada chegando ao streaming achei que fazia sentido relembrar.

Essa foi uma das primeiras minisséries nórdicas de suspense policial que assisti e mesmo já tendo visto algumas outras desde então, continua sendo uma das minhas preferidas. Fazendo esse post acabei descobrindo o gênero Nordic Noir, que são obras de suspense/drama policial ambientados nos países nórdicos.
Na 1ª temporada da série um serial killer deixa junto as suas vítimas um misterioso boneco de castanha, o caso principal envolve o desaparecimento de uma criança, o que geralmente prende muito a minha atenção. Na 2ª temporada, os crimes envolvem um stalker e uma tradicional rima de pique-esconde.

Tenho bastante simpatia pela atriz principal que faz a detetive Naia Thulin, a Danica Curcic, e também gostei da dinâmica dela com o seu parceiro na investigação, Mark Hess (Mikkel Boe Følsgaard).
Eu adoro a atmosfera da série, é algo um tanto outonal, escurinho, melancólico. A segunda temporada também está legal, e parei num episódio bem dramático que me deixou curiosíssima para ver os desdobramentos.
Gostei de ter voltado a fazer registros com a câmera para ilustrar esse post, é algo nostálgico e bastante satisfatório e uma nova oportunidade de me reencontrar nesse espaço. Espero que tenham gostado :)




Gostei MUITO da edição das suas fotos!! E salvei a indicação de série por aqui tbm ✨
Espero que goste :D
Oie Dai
Eu tenho um pouco de curiosidade de ler “A assombração na casa da colina” desde que li “Nós sempre vivemos no castelo ” da Shirley Jackson, mas ainda estou enrolando para ler.
Ainda não tinha ouvido falar de nodic noir.
Amei suas fotos (isso não é novidade nenhuma)
Bjs
Obrigada Babi <3
Se você gostou de sempre vivemos no castelo, vai gostar desse tbm.
Ai suas fotos são sempre tão lindas Dai. Eu adoro as cores delas! Até me interessei na série, mas só pela aesthetic, porque eu não curto nada de suspense/terror. Eu morro de medo haha
Bom restinho de Agosto pra você ♥
Muito obrigada Clau!
Aliás, tbm amo as suas foto <3