Livro – A Guardiã de Histórias de Victoria Schwab

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A Guardiã de Histórias de Victoria Schwab

Já imaginou um universo em que os mortos são como livros que repousam em prateleiras? É justamente isso o que encontramos em A Guardiã de Histórias lançado pela Bertrand Brasil. Essa ideia super diferente despertou a minha atenção desde o início. Uma das coisas que mais gostei na obra foi o mundo criado por Victoria Schwab, a vontade de descobrir todos os seus segredos, me deixou ligada ao livro até o fim.

A protagonista é Mackeizie Bishop, uma adolescente de 16 anos que leva adiante o legado de seu avô, um antigo guardião que a escolheu para ser a sua sucessora. A história intercala o presente e o passado. Nos flashbacks entendemos a ligação forte entre os dois personagens e temos uma ideia de como foi o processo de treinamento, até o momento em que, finalmente, se tornou uma Guardiã de Histórias.

Para entendermos esse universo podemos imaginar três locais principais: O Arquivo, uma espécie de biblioteca que armazena os mortos, que no livro são chamados de “Histórias” e ficam dispostos em prateleiras; os corredores que interligam o Arquivo e o Externo (como é chamado o mundo real) são conhecidos por Estreitos é neste local que os guardiões entram em ação, devolvendo aos Retornos as Histórias que acordam inquietas com seu passado e acabam se desgarrando, tornando-se criaturas violentas.

A Guardiã de Histórias de Victoria Schwab

O ponto de partida da trama é a mudança da família Bishop para o  Coronado, um antigo hotel, convertido em condomínio residencial muitos anos antes.  Essa decisão foi uma tentativa de superar a morte do pequeno Ben, o irmãozinho da protagonista. Ali, Mackenzie encontra duas portas para os Estreitos, algo extremamente incomum.

Além de aprender a lidar com uma realidade longe das lembranças do irmão, a personagem depare-se com um intrigante mistério: alguém está deliberadamente apagando trechos do passado e acordando um número assustador de Histórias.

A Guardiã de Histórias de Victoria Schwab

Esse mistério nos prende a trama e conforme fazemos parte da investigação, entendemos melhor como funciona as caçadas pelos Estreitos. Além de persuasão os guardiões precisam aprender técnicas de luta eficientes para derrotar as histórias mais violentas e nesse processo, podem se ferir ou, até mesmo, morrer.

A jovem Guardiã mostra-se muito humana e forte desde o início, rapidamente nos simpatizamos com a sua missão e passamos a fazer parte desse delicado processo de luto. A morte do irmão, no entanto, acaba se tornando o seu ponto fraco, a maneira com que ela lida com a situação a deixa vulnerável e a certa altura da trama Mac, acaba indo contra a praticamente tudo o que o avô lhe ensinou, o que me surpreendeu de maneira negativa, pois esperava uma atitude mais madura da personagem.

A Guardiã de Histórias de Victoria Schwab

Eu particularmente gostei bastante dessa edição, adorei a capa do livro e acho que a chave em destaque representa muito bem a história, pois cada guardião possuiu uma chave especial capaz de destrancar as portas para os estreitos.

Ao que tudo indica o livro faz parte de uma série! Quero dar continuidade, acho que a autora poderá explorar muita coisa bacana desse universo! Vocês já conheciam A Guardiã de Histórias? Ficaram curiosos para conhecer? Beijos e até mais! :)

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[Esse livro foi enviado pelo Grupo Editorial Record]

Livro – Holy Cow: Uma Fábula Animal de David Duchovny

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Holy Cow de David Duchovny

Já imaginou um livro totalmente narrado por uma vaca? Em Holy Cow é justamente isso o que encontramos e já deixo aqui um alerta: a vaquinha Elsie irá te conquistar desde as primeiras páginas :)

Eu sei que em um primeiro momento a proposta pode até parecer estranha, mas a Elsie dá voz a uma história repleta de críticas a nossa sociedade e aborda temas importantes e pesados de uma maneira bem descontraída e com muito humor negro.

A aventura inicia-se em uma noite em que uma grande revelação destrói completamente a sua visão de mundo. Ao sair do celeiro a noite Elsie acaba sendo atraída por um Deus caixa luminoso que transmitia um documentário sobre como as vacas eram tratadas e por fim, abatidas na indústria.

Holy Cow de David Duchovny

Holy Cow de David Duchovny

Diante disso, fica impossível para Elsie ignorar a realidade dos fatos e então ela resolve abandonar a vida pacata que tinha na fazenda e partir para um local seguro, mais precisamente a Índia, onde as vacas são seres sagrados, é daí que vem o nome do livro: Holy (sagrado) Cow (vaca).

Como a própria Elsie diz, é praticamente impossível manter segredos na fazenda, logo a notícia de sua partida se espalha e outros animais acabam se juntando a ela como Shalom, o porco recém-convertido ao judaísmo e o peru Tom que está fugindo do dia de ações de graça e deseja chegar a Turquia onde acredita que não será devorado. Nesse caso a piada ou referência se perdeu devido a tradução (peru = turkey; Turquia: Turkey).

Em vários momentos Elsie interage com o leitor, o formato do livro também é bem interessante, trata-se na verdade do roteiro cinematográfico da vida da personagem. É bem engraçadinho vê-la fazendo algumas notas no decorrer do texto, encontramos também, algumas ilustrações, esses detalhes só contribuem para que a leitura flua muito bem.

Holy Cow de David Duchovny

Holy Cow de David Duchovny

Acho que já deu para perceber que o teor do livro acaba sendo bem interessante, não é? O humor é bem inteligente e por trás de toda essa fábula animal temos muitas reflexões, metáforas, referências a cultura pop, além de críticas ao modo com que a sociedade moderna trata os animais apenas como objetos, inicialmente pode parecer uma fábula vegana, o que poderia afastar algumas pessoas logo de cara, mas analisando os pensamentos de Elsie percebemos que o que mais a aterrorizou e a fez perder seu carinho pelos humanos que a tratam, é a percepção de como a humanidade perdeu o respeito pelos animais, ao se colocar em um patamar “acima” dos demais seres vivos

O autor da obra é David Duchovny, o Mulder do Arquivo X, esse é o primeiro livro dele e gostei bastante de sua escrita. Eu recebi esse livro de cortesia do Grupo Editorial Record e foi uma surpresa bem bacana me deparar com essa história.

Vocês já conheciam a proposta desse livro? Ficaram curiosos? Beijos e até mais :)

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[Esse livro foi enviado pelo Grupo Editorial Record]

Click Toys – Especial Nintendo (Geek)

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Click toys - nintendo geek

Oi pessoal, como estão? O post de hoje é sobre o projeto fotográfico Click Toys e o tema do mês de Maio ficou definido como Geek!

Diante de um tema mais amplo e menos específico do que nos meses anteriores, eu me senti muito mais indecisa sobre o que fotografar, mas acabei optando pelos personagens da Nintendo! Vou aproveitar para mostrar a coleção de videogames portáteis do meu namorado e falar um pouquinho da evolução dos consoles da marca.

Click toys - nintendo geek

Click toys - nintendo geek

A Nintendo firmou o seu nome na Indústria do Game com o Game Boy lançado em 1989 (o videogame verde das fotos). Um dos games mais famosos e que ajudou a sustentar o alto volume de vendas foram as versões Red e Blue do Pokémon que permitia interação entre os usuários. Os gráficos eram mega simples, um verdadeiro conjunto de bloquinhos minimalistas que combinados com imaginação, proporcionaram horas e horas de diversão aos seus usuários!

Click toys - nintendo geek

Click toys - nintendo geek

Após lançar novas versões do Game Boy melhorando e acrescentando algumas funcionalidades como, por exemplo, luz interna, em 2001 a Nintendo investiu em um novo console: o Game Boy Advance! O videogame foi o primeiro portátil a suportar gráficos de 32 bits, e além de ter novos jogos incríveis (para época) ainda tinha compatibilidade com os cartuchos dos game Boy antigos!

Click toys - nintendo geek

Click toys - nintendo geek

Finalmente em 2004 a Nintendo lançava o DS que trouxe para o mercado videogames de duas telas, sendo a primeira touch screen, acompanhado de uma canetinha chamada Stylus para a interação. Esse é o único videogame da Nintendo que eu tenho (o console vermelho das fotos), e foi o primeiro portátil que tinha integração com um console de mesa, no caso o Nintendo Wii.

Para finalizar em 2011 surgia no mercado o Nintendo 3DS, com tecnologia que reproduz efeitos 3D sem a necessidade de óculos especiais. Ele acabou não aparecendo nas fotos, mas é também um marco importante na história dos videogames portáteis da Nintendo!

Cada um desses videogames tiveram várias outras versões e pequenas mudanças ao longo desses anos, mas espero que o post tenha sido útil para demonstrar, de maneira gera, essa evolução!

Agora me fala, vocês possuem algum desses videogames da Nintendo? Espero que tenha gostado das fotinhos e não deixe de conferir o trabalho das outras meninas! Até mais pessoal! :)

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